12 de outubro de 2005

Saudade




Saudade é assim
Uma agonia sem fim
Uma dor dentro da alma
Que corre pra junto do mar
É como a minha ilusão de um dia te encontrar
Saudade! Ah, Saudade!
Por que me atormentas tanto?
Deixa-me assim
Como um pássaro sem poder voar!
Como uma rosa sem perfume;
Que ninguém gosta de cheirar.
Enfim , a Saudade é tanta que faz a gente
Pensar que para sentir Saudade
Só precisa Amar.

Halini Meirele Boneti Pereira e Joice Hille
CAIC Professor Mariano Costa
Joinville - SC

10 de outubro de 2005

Campo Grande e Seus Encantos




Em 26 de agosto de 1899 José Antônio Pereira descobriu um tesouro.
Surge o Arraial de Santo Antônio de Campo Grande,
descoberta por um mineiro e amada por gente do mundo inteiro.
Em busca de boa terra para plantar,
A comitiva veio esta terra explorar,
Conheceram os encantos da bela Morena
Quando ela ainda era pequena.
O Centro-Oeste tem orgulho por tê-la, capital do Mato grosso do Sul!
A mãe morena tem filhos de todo jeito, brancos, negros, amarelos.
A aparência não importa, pois a gente que aqui vive, vive bem, vive feliz.
Mãe boa, mãe nova,
Tem Segredo e tem Prosa,
És uma adolescente
Que acolhe muita gente
Igual e diferente,
Em seus braços de amor.
O pôr do sol aqui é divino, um verdadeiro presente de Deus.
Encanta adultos e crianças,que se enchem de esperança, para vê-lo outra vez.
As estrelas daqui brilham diferente e os pássaros cantam harmoniosamente,
pois até eles entendem o prazer de viver aqui.
Quem visita esta morena
Acaba se apaixonando
Afinal, são 106 anos de plenos encantos.
Campo Grande, mãe da gente
Mãe valente!
Felicidades te desejo. “Um dia outrora um deserto”, isto já é seu passado,
pois hoje abriga bairros e avenidas, prédios, gigantes construções.

Thámony Beraldo - 1º I

A poesia “ Campo Grande e seus encantos - 106 anos”, conquistou o primeiro lugar no concurso de redações realizado pela Secretaria de Cultura, de Campo Grande , Mato Grosso do Sul.

29 de setembro de 2005

TRAVESSIA
















O que me é impossível
É deter esse momento fatal
Da passagem do dia para a noite
Ou da noite para o dia.

Porque a noite é desconhecida
E o dia imprevisível
Me amedronta a partida
Com mais de um caminho na saída

Passos peçam nessa passagem invisível
Me dói a angústia terrível
De precisar guiar minha vida.

Escrita por mim, Marli Fiorentin
Porto Alegre - 01/12/1985

24 de julho de 2005

Poeminha do Contra




Esses que estão aí
Atravancando o meu caminho
Eles passarão
Eu passarinho!

Mário Quintana (Meu anjo poeta preferido)