28 de janeiro de 2008
A Chácara do Chico Bolacha
27 de janeiro de 2008
As meninas
Olha o talento
2 de dezembro de 2007
30 de setembro de 2007
5 de setembro de 2007
NAVEGAR-ME
VAIDADES OCULTAS
ORIENTANDO VIRTUDES,
MÁSCARAS DE LUZ
CORROMPENDO ATITUDES.
EGOÍSMO PRESENTE,
DESENCADEANDO A DOR,
DESTRUINDO NASCENTES
QUE BROTAM AMOR.
ARRAIGADAS VERDADES
IMPEDINDO O SABER ,
CONFUNDINDO OS CAMINHOS
DOS QUE QUEREM APRENDER.
VONTADE INCONTIDA
DE SOLTAR O ESPÍRITO,
DAS MENTIRAS QUE INIBEM
O INEVITÁVEL CRESCER.
DAR VELAS AOS SONHOS,
DESCORTINANDO A VISÃO.
DESFAZENDO OS NÓS
DAS AMARRAS AO CHÃO.
SAIR DA DERIVA
DA FALTA DE VENTOS,
DA VIDA PASSIVA
SEM QUESTIONAMENTOS.
BUSCAR OUTROS RUMOS
MAIS CHEIOS DE NORTE,
NAVEGAR OS SENTIDOS
NA CERTEZA DA SORTE.
Fernando Antônio de Oliveira
Obrigada ao professor Fernando pela participação contribuindo com a beleza de suas palavras para enriquecer esse espaço de poesia.
3 de agosto de 2007
Prêmio Blog com Tomates

Recebi da Teresa, do Blog A Biblogteca, o prêmio Blog com Tomates, brincadeira iniciada pela blogueira Brit.com com o propósito de revelar pessoas que lutam pelos direitos fundamentais do ser humano. Com isso, cada premiado deve escolher mais cinco blogs e indicá-los, reforçando assim a rede de blogs.
Agradeço ao reconhecimento da Teresa e indico esses :
ABC dos Miúdos- de uma adorável pequenota portuguesa chamada Thita, sempre preocupada com um mundo melhor.
Oficina do Blog- da Sintian, porque foi aqui que uma semente nasceu e se espalhou por esse mar da web, gerando uma grande teia humana.
Fazendo Blogs - da professora Márcia, atualmente na Espanha, juntando um estudo sobre blogs .
Sala de Aula - do professor João Santucci, ótimas dicas sobre educação.
Blog da Vovó - da professora Andrea e vovós, por esse trabalho lindo de inclusão.
6 de maio de 2006
A um ti que eu inventei
Pensar em ti é coisa delicada.
É um diluir de tinta espessa e farta
e o passá-lo em finíssima aguada com um pincel de marta.
Um pesar de grãos de nada em mínima balança,
um armar de arames cauteloso e atento,
um proteger a chama contra o vento,
pentear cabelinhos de criança.
Um desembaraçar de linhas de costura,
um correr sobre lã que ninguém saiba e oiça,
um planar de gaivota como um lábio a sorrir.
Penso em ti com tamanha ternura
como se fosses vidro ou película de loiça
que apenas com o pensar te pudesses partir.
António Gedeão, Máquina de Fogo, 1961Dica da Teresa do Blogica_mente.



