7 de abril de 2008

Dengue e Poesia


Oi, criançada!

Olha só a poesia que a Cecília Meireles escreveu sobre um bichinho aparentemente inofensivo: o mosquito. Hoje sabemos que existem alguns terríveis. Um deles, o Aedes Egypti, deixa muitas crianças doentes ou até rouba a vida delas, por causa da Dengue. Precisamos cuidar dos nossos quintais, para que não sirvam de berçário para esse vilão.
O que você achou do poema da Cecília? Que tal também escrever uma poesia sobre esse mosquito malvado? Envie aqui para o nosso blog.


O Mosquito Escreve

O Mosquito pernilongo
trança as pernas, faz um M,
depois, treme, treme, treme,
faz um O bastante oblongo,
faz um S.

O mosquito sobe e desce.
Com artes que ninguém vê,
faz um Q,
faz um U e faz um I.


Esse mosquito esquisito
cruza as patas, faz um T.

E aí, se arredonda e faz outro O,
mais bonito.

Oh!
já não é analfabeto,
esse inseto,
pois sabe escrever o seu nome.

Mas depois vai procurar
alguém que possa picar,
pois escrever cança, não é, criança?

E ele está com muita fome.

(Cecília Meileles in “Ou isto ou aquilo”)

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28 de janeiro de 2008

A Chácara do Chico Bolacha

Olha a Débora, declamando a poesia da Cecília Meireles. Linda, né?! Parabéns!

27 de janeiro de 2008

Canção da Garoa

Alessandra interpreta a poesia do anjo poeta Mário Quintana. Linda!!!

As meninas

Kellen, Alessandra e Talia interpretam a poesia da Cecília Meireles. Não está uma graça? Parabéns!!!

Olha o talento

Esse é o Chandler, da 3ª série.Interpretando a música Um minuto para o Fim do Mundo, de CPM22. Valeu, garoto!

2 de dezembro de 2007

Quadrinha

Que gracinha o Maurício, da minha turma de 3ª série. Parabéns, garoto!

30 de setembro de 2007

Museu de Língua Portuguesa - SP

Algumas imagens que capturei do Museu de Língua Portuguesa, em São Paulo. Maravilhoso!

5 de setembro de 2007

NAVEGAR-ME

http://www.armazemdesonhos.com.br


VAIDADES OCULTAS
ORIENTANDO VIRTUDES,
MÁSCARAS DE LUZ
CORROMPENDO ATITUDES.

EGOÍSMO PRESENTE,
DESENCADEANDO A DOR,
DESTRUINDO NASCENTES
QUE BROTAM AMOR.

ARRAIGADAS VERDADES
IMPEDINDO O SABER ,
CONFUNDINDO OS CAMINHOS
DOS QUE QUEREM APRENDER.

VONTADE INCONTIDA
DE SOLTAR O ESPÍRITO,
DAS MENTIRAS QUE INIBEM
O INEVITÁVEL CRESCER.

DAR VELAS AOS SONHOS,
DESCORTINANDO A VISÃO.
DESFAZENDO OS NÓS
DAS AMARRAS AO CHÃO.

SAIR DA DERIVA
DA FALTA DE VENTOS,
DA VIDA PASSIVA
SEM QUESTIONAMENTOS.

BUSCAR OUTROS RUMOS
MAIS CHEIOS DE NORTE,
NAVEGAR OS SENTIDOS
NA CERTEZA DA SORTE.

Fernando Antônio de Oliveira

Obrigada ao professor Fernando pela participação contribuindo com a beleza de suas palavras para enriquecer esse espaço de poesia.

3 de agosto de 2007

Prêmio Blog com Tomates


Recebi da Teresa, do Blog A Biblogteca, o prêmio Blog com Tomates, brincadeira iniciada pela blogueira Brit.com com o propósito de revelar pessoas que lutam pelos direitos fundamentais do ser humano. Com isso, cada premiado deve escolher mais cinco blogs e indicá-los, reforçando assim a rede de blogs.

Agradeço ao reconhecimento da Teresa e indico esses :

ABC dos Miúdos- de uma adorável pequenota portuguesa chamada Thita, sempre preocupada com um mundo melhor.

Oficina do Blog- da Sintian, porque foi aqui que uma semente nasceu e se espalhou por esse mar da web, gerando uma grande teia humana.

Fazendo Blogs - da professora Márcia, atualmente na Espanha, juntando um estudo sobre blogs .

Sala de Aula - do professor João Santucci, ótimas dicas sobre educação.

Blog da Vovó - da professora Andrea e vovós, por esse trabalho lindo de inclusão.

6 de maio de 2006

A um ti que eu inventei


Pensar em ti é coisa delicada.

É um diluir de tinta espessa e farta

e o passá-lo em finíssima aguada com um pincel de marta.

Um pesar de grãos de nada em mínima balança,

um armar de arames cauteloso e atento,

um proteger a chama contra o vento,

pentear cabelinhos de criança.

Um desembaraçar de linhas de costura,

um correr sobre lã que ninguém saiba e oiça,

um planar de gaivota como um lábio a sorrir.

Penso em ti com tamanha ternura

como se fosses vidro ou película de loiça

que apenas com o pensar te pudesses partir.


António Gedeão, Máquina de Fogo, 1961

Dica da Teresa do Blogica_mente.