20 de novembro de 2010

Poemas

Erick Santos Soares, natural de Salvador, Bahia, 33 anos, Ensino Médio Incompleto, solicitou a publicação desses poemas de sua autoria. Obrigada, Erick, por partilhar sua poesia no meu blog.
Clique nas imagens para vizualizar melhor os textos.


15 de novembro de 2009

Fome de Poesia

Foto: Tadeu Vilani

Na 55ª feira do Livro de Porto Alegre , os visitantes puderam degustar poemas com vários sabores.
Qual poema você gostaria de comer? Escreva nos comentários ou produza o seu vídeo ! Envie que publicaremos!

25 de outubro de 2009

O Tempo


O despertador é um objeto abjeto.
Nele mora o Tempo. O Tempo não pode viver sem
nós, para não parar.
E todas as manhãs nos chama freneticamente como
um velho paralítico a tocar a campanhinha atroz.
Nós
é que vamos empurrando, dia a dia, sua cadeira de
rodas.
Nós, os seus escravos.
Só os poetas
os amantes
os bêbados
podem fugir
por instantes
ao Velho...Mas que raiva dá no Velho quando
encontra crianças a brincar de roda
e não há outro jeito senão desviar delas a sua
cadeira de rodas!
Porque elas, simplesmente, o ignoram...


Mario Quintana

19 de abril de 2009

Poema - arte

O poema a seguir é de Mauro Paz, gaúcho, que faz literatura associada às mídias eletrônicas. Observe a beleza da imagem e associe com as palavras do verso, comentando o significado do poema para você.



15 de agosto de 2008

No meio do Caminho

No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho... Veja o livroclip do famoso poema de Carlos Drumond de Andrade e comente: O que esse poema provoca em você? O que é a pedra no meio do teu caminho?



Leia o poema em vários idiomas, aqui.

22 de maio de 2008

Dia das Mães

Para homenagear as mães, os alunos da 3ª série 32 do Colégio Colbachini, Nova Bassano, declamaram poesias de Mario Quintana e Sérgio Capparelli. Gravamos um vídeo e passamos no data show. Foi muito legal, apesar da qualidade do vídeo não ter saído tão boa!!! Parabéns, crianças!



MÃE

Mario Quintana

Mãe...São três letras apenas
As desse nome bendito:
Também o céu tem três letras
E nelas cabe o infinito

Para louvar a nossa mãe,
Todo bem que se disser
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer

Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do CÉU
E apenas menor que Deus!


O que é mãe?

Sérgio Capparelli

Mãe? O que é mãe?
Pessoa doce?
Tão doce
Que faz passar vergonha
Doce de batata-doce?


Mãe? O que é mãe?
Tão doce
Que se parte
Quando parte
Melhor seria
Se não se fosse.

Mãe? O que é mãe?
luz muito clara
Tão clara
Que nos aclara
E, afagando,
nos ampara?


Mãe? O que é mãe
Tão doce? Tão severa
Se a gente erra!
E que empurra
Se tudo emperra
Mãe severa? Mãe doce?
Ou Mãe fera?

Nesse teu dia
Te dou jasmim
Te dou gladíolos
Te dou beijim
Assim assado
Assim, assim

8 de abril de 2008

Nossas Poesias sobre o mosquito

Depois de estudar sobre a dengue e inspirados com a poesia "O mosquito" da Cecília Meireles, as crianças da 3ª série do Colégio Colbachini, criaram panfletos e poesias . Até os pais deram aquela mãozinha na tarefa. Vejam que legal! Parabéns, crianças!

O Mosquito da Dengue


O mosquito da dengue
É muito perigoso
Quando pica a gente
A gente fica doente.

O mosquito da dengue
é muito dengoso
quando pica a gente
fica muito dengoso.

O mosquito da dengue
é muito safado
quando pica a gente
fica todo engraçado.

Felipe

O mosquito da dengue

Este mosquitinho
Com uma listra amarela no corpo
Parece esquisitinho
Mas pode te deixar morto.

O mosquito Aedes a taca
Onde tem água limpa parada
Pode dar dengue hemorrágica
Por isso tem que lhe dar uma porrada.

Portanto temos que ter um bom coração
Para não colocarmos tudo numa fria
Temos que ter ação
Pra acabar com essa epidemia.

Patrícia

Abra o olho com a Dengue

Vamos colaborar senão
o mosquito vai picar!

Não deixe água parada
porque você vai entrar
numa cilada.

Esse mosquito é um vilão
Se você der mole
vai parar num caixão.

Esse mosquito é um terror!
Casa onde tem água parada
é um pavor!

Jéssica

O mosquito da dengue

Latas e garrafas
Eu vou guardar
Para o mosquito
Não se criar.

Gabriela

O mosquito perigoso

Cuidado com a dengue
Ela é perigosa e contagiosa
Se o mosquito picar
Você pode morrer
Tem que ir no hospital
Isso pode ser fatal.

Não deixe água parada
em qualquer lugar
o mosquito pode morar
e te picar.

Lucas

Tão pequeno, mas tão perigoso

Vamos lá, vamos lá
A dengue não pode continuar
Todos juntos vamos ganhar
O mosquito vai dançar!

Amanda

A dengue

A dengue quer destruir o mundo
mas eu não deixo.

Ele disse que vai picar
mas ele não consegue.

A dengue disse que é do Inter
Mas ela é do Grêmio.

Dionatas

Dengue

O mosquitinho da dengue
É muito perigoso
Devemos ter cuidado
Para não ser picado
Desse mosquito tinhoso.

Todos nós devemos ter
Grande preocupação
Com esse mosquito violento
Quero estar sempre atento
Para não parar no caixão.

Cuidar da água parada
É obrigação da população
A gente mata a charada
E elimina um problemão.

Marcelo

O mosquito esperto

O mosquito é um inseto
muito esperto
Pica, pica, pica
Ele está muito inquieto.

Todos nós sabemos
O que temos que fazer
Não deixe água parada
Para o mosquito não nascer.

Muito cuidado
Avisa quem é amigo
Se deixar água parada
Está correndo um grande perigo.

André

7 de abril de 2008

Dengue e Poesia


Oi, criançada!

Olha só a poesia que a Cecília Meireles escreveu sobre um bichinho aparentemente inofensivo: o mosquito. Hoje sabemos que existem alguns terríveis. Um deles, o Aedes Egypti, deixa muitas crianças doentes ou até rouba a vida delas, por causa da Dengue. Precisamos cuidar dos nossos quintais, para que não sirvam de berçário para esse vilão.
O que você achou do poema da Cecília? Que tal também escrever uma poesia sobre esse mosquito malvado? Envie aqui para o nosso blog.


O Mosquito Escreve

O Mosquito pernilongo
trança as pernas, faz um M,
depois, treme, treme, treme,
faz um O bastante oblongo,
faz um S.

O mosquito sobe e desce.
Com artes que ninguém vê,
faz um Q,
faz um U e faz um I.


Esse mosquito esquisito
cruza as patas, faz um T.

E aí, se arredonda e faz outro O,
mais bonito.

Oh!
já não é analfabeto,
esse inseto,
pois sabe escrever o seu nome.

Mas depois vai procurar
alguém que possa picar,
pois escrever cança, não é, criança?

E ele está com muita fome.

(Cecília Meileles in “Ou isto ou aquilo”)

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28 de janeiro de 2008

A Chácara do Chico Bolacha

Olha a Débora, declamando a poesia da Cecília Meireles. Linda, né?! Parabéns!

27 de janeiro de 2008

Canção da Garoa

Alessandra interpreta a poesia do anjo poeta Mário Quintana. Linda!!!