19 de março de 2014

Sorteio de livro de poesias

Divulgando, a pedido da Leidyanne Andrade, esse sorteio do livro de poesias. 



- Leidyanne Andrade - 

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12 de março de 2014

DESTINO


Há que ir á luta,que a vida é curta...
longa é a vida,para quem ousa encontrar o seu sentido...
longa é a vida para quem vai além do conhecido...
Parece louco,mas é verdade,
temos que lutar conosco...
Contra os nossos defeitos,
aguçando nossas virtudes,
nunca parar de melhorar,
pois nunca vamos saber toda a nossa verdade...
Há que nos enfrentar de peito feito,
saber de que massa somos feitos...
é que o tempo está a contar e como ele é cruel...
ele não pára e continua a marcar a nossa pele...
Há que fazer a nossa vontade
 e que ela dure toda uma vida e dizer:
Nesta zona de desafio...
Eu brinco com o divino...
eu para a vida sorrio....
porque sou eu quem faz o meu destino!

Poema de Semeano Oliveira
Acesse o blog e leia mais poemas Escrita em Dia

11 de março de 2014

O familiar cheiro da morte


Esse seu corpo esquelético e esses dedos delgados
putrefatos pelo tempo perpetuam na mente imagens nítidas dela
Como se tivesse sido ontem tão nítidas são elas
as imagens tristes sua podre mão acalentar-me
Essa sensação de algo vindo de não sei onde como um vulto
ao abrir fortemente a janela testemunha meu soluço
Esse ardor eterno que jás em mim é o amor por ela
que era tão bela como um anjo vindo ao mundo
Esse nó em minha garganta e
esse cheiro de morte que exala neste quarto
é o resquício de existência que sinto por ela minha bela
Essa cama e este familiar cheiro
junto com o ópio e a bebida
me tiram as imagens da putrefata bela a falecida
Poema de Bella Felix 
Acesse o blog e leia mais http://blogtheblackelement.wordpress.com/

7 de março de 2014

Incubus



Despiu-se da escuridão
com o corpo reluzente 
Pálido à luz das estrelas
Como pérolas transluzentes

Mãos frias se erguiam
sobre o corpo imóvel
Artérias latejantes
pulsando sangue flamejante 

Olhos lacrimejavam 
A pele rígida 
garras arranhavam

Ó, majestoso és tu
De pele pálida
Incubus

Poema enviado por Arailson Galindo
Visite o blog dele e veja mais poemas.

21 de fevereiro de 2014

MARCAS


              Muitas vezes visíveis outras não
                 Você as coloca e também as leva
Algumas doem muito
                  Em compensação outras excitam 
   Todos nós somos assim
 É a nossa identidade
                                   Cada um tem uma interpretação sobre elas 
                  A todo momento ela se modifica
                                    Porém meu amigo a mais importante é a que
 fica!

Conheci ontem o Poeta do Povo de Canoas, Rodrigo Mozart. Está aí, conforme o prometido! 

14 de fevereiro de 2014

Amor Distraído





Amor distraído


Me distraí por um segundo e ele


sumiu.


Não sei se o perdi.


Ou será que partiu?


Sempre solto por aí.


Deslizando o quadril.


Sem me dizer para onde ir.


Você viu meu amor?



Poema enviado por Carlos Chagas Cordeiro

Acesse a página dele e curta mais poemas.

Cachaça, Rock & Drummond

11 de fevereiro de 2014

A despedida


memórias, tenho medo delas
pois estas, lembram-me de um dia feliz
dia este, que morreu
quando o amor nos esqueceu

por que tua tristeza é tão insistente?
se tua dor já passou?
só alguma coisa de mim, essa amargura tirou
e nós perdemos o amor caliente

porque não posso entender
o motivo de se importar
com o temeroso adeus
se esqueceu de me amar
como eu amo você

a tristeza é eterna 
quanto o cosmo que espera
o caminho dos teus braços
a irrelevância do teu sorriso
ah,quem me dera voltar no tempo
para ter você comigo

amor, por que nos abandonou?
o Cupido esqueceu que nos flechou
e as memórias?
foi tudo o que nos restou...


Poema enviado por Emanoel que se define assim: !eu sou muito fechado , e só consigo me expressar de uma forma escrevendo poemas, a maioria deles são sobre  amor, pois houve alguns que me marcaram e sofri muito, mas eles me fizeram muito bem, pois um poeta não é nada sem dores de amor.... No final da contas sou só um adolescente em crise existencial.

Acesse o blog e veja outros poemas do Emanoel.  http://fenixacendente.blogspot.com.br/

6 de fevereiro de 2014

Ao Pé de Sua Cama



Devagarzinho, envolto em um poncho de sonhos
(agora vejo quão velho está)
          chego até sua janela, aquela
que namoro todo dia...

Meu raio de luz deixo amarrado ali mesmo
      (ele não irá embora enquanto brilhar)
e entro em seu quarto -- e em seu sonho.

Olho para você e penso
meu Deus, como é linda e como é intenso
o amor que sinto por ela!
Seu anjo da guarda, coitado, cochilava
          cansado de tanto cuidar de você
e nem ligou

Pensou
que fosse seu sonho e também bocejou...
Braço desnudo por sobre a coberta.
         cabelos espalhados
lábios entreabertos.
por certo
sonhava você: com quê? com quem? Sabe-se lá...

Tento gravar esse quado num
               tipo de memória só minha, mas não consigo
e me intrigo
por que?

Porque desejo você, amo você.
     quero você, dentro do coração
dentro da cabeça, dentro de todo meu ser,
         da minha própria ilusão
vocêvocêvocêvocêvocêvocêvocêvocê...
só você e só eu, nesse azul de tudo.
       no meio do tempo, no fim do espaço
no começo da vida!

Com a sombra dos dedos acaricio seu rosto
Agora iluminado por mais luz
como se mais luz não quisesse deixar você.
ciumenta que ela é!

De repente, não mais que de repente
       nem menos que um momento,
seus olhos - ah esses olhos- se 
        abrem num contato
e a lua, com vergonha de seu brilho
se esconde um pouco.

No quase-escuro do quarto você me pede
     - voz sonolenta e baixa-
"me faça um poema, um poema de amor"
Não posso, respondo aflito
quase como um grito
Não posso, não tenho mais verso, não tenho
mais rima, Não tenho mais tema....
Por que?

Porque você é meu poema,
meu poema de amor,
minha rina mais rica,
meu verso mais brilhante,
meu tema mais intenso.

Meu poma mais querido, mais sonhado, mais amado.
meu poema de alegria que coitado.
nunca foi sequer, balbuciado...
Você sorri, faceira e fecha os olhos
        -ah!, esses olhos-
e pensa '" amanhã afinal
tudo será real

Mas no amanhã  --menina querida -- não estarei
        mais aqui nem ali;
amanhã vou estar onde sempre estive, no longe,
        no distante, no espaço.

no movimento de um compasso,
no adeus...

Me envolvo
de novo
em meu poncho de sonho
     (aqueles velhos e antigos sonhos)
e me ponho a partir.

Olho você   --última vez-- e vou embora agora

no próximo raio de luar-
-
-
-
-sozinho-
-
-
-
-sozinho e 

              sem você.

Poema enviaqdo por Ricardo Osinski, de sua autoria

28 de janeiro de 2014

Poesia da Rafaela

Revirei-me por inteiro, no fundo desejava me descobrir.
Quem era? Onde estaria o “eu” que tanto procurava?
Meu reflexo não bastava.
Queria encontrar-me comigo. Desvendar o que fora escondido.
Não quero ser só eu que me amava.
Não quero ser só o que vejo.
Sei que tenho aqui comigo, um abrigo.
Estas roupas velhas que visto não passam de cortinas fechadas.
Onde estaria aquele véu de seda?
Ah, aquele sim me fortalece.
Nasci para isso.
Não sou feita de remendos.
Seja lá quem eu descobrir que sou.
Sou esta aqui, só não serei a mesma.
Se me viu hoje, talvez amanhã não me veja mais.

Encontrar-me? É difícil. 

Poesia enviada por Rafaela Pezzopane que se descreve assim: Meu nome é Rafaela Pezzopane, tenho 15 anos. Desde que aprendi a escrever me considero  viva, viva no sentido de poder transpor sentimentos para o papel. Amo escrever e observar o meu redor, porque nele é que está as coisas mais belas, apreciá-las é uma forma de me inspirar. Escrever é uma forma de viver. Amar é sobreviver. Este é meu lema. Tenho sonhos, para também me sentir viva, um deles é me formar em Letras, e jamais parar de escrever. Criei meu  blog para expor alguns dos textos que escrevi, e isso já está virando paixão. Visitem!