29 de abril de 2014
Mar
Mar
Maré
Maresia
Reconforta-me com tua brisa
Limpa-me com tuas verdes
azuladas águas mágicas
Transformadoras
Libertadoras
Inspiradoras
Hora calmo
Hora furioso
Inconstante
Até parece detentor de uma personalidade
Horas passam
Ondas quebram
E eu mergulho.
Em ti; em mim
Fantástico aqui dentro
Diverso, louco
Um mundo
Um mundo novo
Pronto para ser explorado
De todas as formas
Mas jamais violado
Tão profundo vou
Mas preciso voltar
Já é noite e preciso jantar.
Enviado por João Pedro Prado
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26 de abril de 2014
21 de abril de 2014
12 de abril de 2014
MÚSICA
Como pode
Uma junção de vozes
E de silêncios
Tornar-se algo tão esplêndido
Essa tal coisa
Chamada Música
Como pode
essa tal coisa
Tocar vossos corações
De forma singular
Vos fazer rir
Vos fazer chorar
Amar
Vos fazer alegrar
Ou sentar
E calar
Como pode
essa tal coisa
Penetrar fundo em vossa psique
Como uma nova*
Vos abraçando
Vos fazer mudar
Pensar
Refletir
Como pode
essa tal coisa
Provocar tanto
Com tão pouco
Por que não considerá-la uma droga?
Uma bomba!
Capaz de atingir a todos
Ne velocidade do som
Singular
Particular.
Preciso ir
Já vai começar.
João Pedro Prado, tenho 16 anos
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29 de março de 2014
SOU
Sou fruto de gerações, da coincidência,
Do encontro, do amor, do voluntário,
Do Divino, do biológico, da consequência,
Do genético, da mistura, do hereditário.
Sou a interação de forças momentâneas,
Que no espaço-tempo produziram condições,
Resultado do ambiente, criação, do simultâneo,
Sou a combinação das diversas situações.
Na busca, nas oportunidades, trilhei caminhos,
Nas bifurcações pensei, tremi, analisei, decidi,
Em momentos apoiado, por vezes sozinho,
E das escolhas evoluí, cresci, aprendi.
Conhecimento e ignorância,
Erros e acertos,
Persistência e desistência,
Multidão e deserto,
Consciência e demência...
Físico e alma,
Fé e descrença,
Impaciência e calma,
Entendimento e desavença.
Saúde e doença,
Arrojo e medo,
Felicidade e lamento,
Relação e solidão,
Bonança e crise,
Timidez e intensidade,
Síntese e análise,
Presença e saudade,
Estiveram juntos ou separados no período,
Sinônimos e antônimos, substantivos e adjetivos,
Que me fizeram um instantâneo todo,
Corolário das opções, escolhas e objetivos.
Sou este turbilhão consciente, mente inconstante,
Sou espírito, passagem; família, porto seguro,
Sou ser inconcluso no presente instante,
Sou também projeção, projeto, o futuro!
Blog: identidadeerazao.wordpress.com Autor: José Carlos Martins
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20 de março de 2014
Ó Querida Chinesa
Ó Querida Chinesa,
Meu sonho de criança,
Minha real princesa,
A minha memória de ti não se cansa...
Ó Querida Chinesa,
Minha doce infância!
Da tua cândida presença,da tua singela beleza...
Eu não queria distância...
Ó Querida Chinesa,
Será que ainda te amo?
O teu olhar felino,primor de sorriso,tua pose altaneira,que hoje veja,
Viva alma do que te chamo...
Ó Querida Chinesa,
Queria de novo te ver sorrir...
A tua luz em mim de novo acesa,
Olho para o céu em busca de uma estrela que brilhe tanto como tu...será que pode existir?
Poema enviado por Semeano Oliveira
http://semeanoliveira.blogspot.com.br
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19 de março de 2014
Sorteio de livro de poesias
Divulgando, a pedido da Leidyanne Andrade, esse sorteio do livro de poesias.
- Leidyanne Andrade -
Site de poesias
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Livros a Venda:
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12 de março de 2014
DESTINO
longa é a vida,para quem ousa encontrar o seu sentido...
longa é a vida para quem vai além do conhecido...
Parece louco,mas é verdade,
temos que lutar conosco...
Contra os nossos defeitos,
aguçando nossas virtudes,
nunca parar de melhorar,
pois nunca vamos saber toda a nossa verdade...
Há que nos enfrentar de peito feito,
saber de que massa somos feitos...
é que o tempo está a contar e como ele é cruel...
ele não pára e continua a marcar a nossa pele...
Há que fazer a nossa vontade
e que ela dure toda uma vida e dizer:
Nesta zona de desafio...
Eu brinco com o divino...
eu para a vida sorrio....
porque sou eu quem faz o meu destino!
Poema de Semeano Oliveira
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11 de março de 2014
O familiar cheiro da morte
Esse seu corpo esquelético e esses dedos delgados
putrefatos pelo tempo perpetuam na mente imagens nítidas dela
putrefatos pelo tempo perpetuam na mente imagens nítidas dela
Como se tivesse sido ontem tão nítidas são elas
as imagens tristes sua podre mão acalentar-me
as imagens tristes sua podre mão acalentar-me
Essa sensação de algo vindo de não sei onde como um vulto
ao abrir fortemente a janela testemunha meu soluço
ao abrir fortemente a janela testemunha meu soluço
Esse ardor eterno que jás em mim é o amor por ela
que era tão bela como um anjo vindo ao mundo
que era tão bela como um anjo vindo ao mundo
Esse nó em minha garganta e
esse cheiro de morte que exala neste quarto
é o resquício de existência que sinto por ela minha bela
esse cheiro de morte que exala neste quarto
é o resquício de existência que sinto por ela minha bela
Essa cama e este familiar cheiro
junto com o ópio e a bebida
me tiram as imagens da putrefata bela a falecida
Poema de Bella Felix junto com o ópio e a bebida
me tiram as imagens da putrefata bela a falecida
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