26 de maio de 2014

Sonhador



Sonhador
com barba e olhos de criança
Decresça dessa esperança
que deposita em teu novo amor

Poem a dor
em um calçado que não te serve
Que num sapato novo esquece
do amor que um dia calçou e te apertou

Deixa sonhador
o que sente sem reprocidade
Pro dissabor da realidade
desancorar-te da ilusão que naufragou

Vai sonhador
encontra a sua solidão
Não vê que todo o amor é em vão
é solução de cura que reinscinde sempre na dor


Poema enviado por Tiago Barros (Mino Pedroso)

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20 de maio de 2014

Desconstrução



Agora tudo explode 
Tudo paira mediante à frivolidade 
a vida; o cosmo; o tudo  

Vários caminhos, várias portas 
Nada é palpável  

Tudo se sujeita ao relativismo
À tua verdade, ao teu pensamento 
À tua crença 
Tua. Tua. Tua  

Tudo é teu
E só teu  

È a tua vida 
Aqui ou lá
A importância a qual levar 
Só tu pode dar  

Desconstrução 
Da cabeça e coração 
De toda a tua criação
De todo o idealismo 
De todo o mundo que não está aqui.    


 João Pedro B Prado
18.04.14 

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16 de maio de 2014




Há esperança,
Na tua lembrança,
Há saudade…

Quisera a brisa tocasse,
O teu toque suave,
Tua alegria latente,
Tua ternura,
Somente.

Há,
Há momentos na vida,
Que tua ausência se sente,
Tua ausência presente…

Há,
Há lugares no mundo,
Que nunca passamos,
E lembranças que nunca tivemos.
Quisera,
Que esses lugares,
Tua alegria guardasse,
Nossos sonhos sonhassem.

Também há,
Outros lugares,
Que sonhos sonhamos,
Que marcas deixamos,
Que marcos
Marcamos…

Há sentimento…
No filme do tempo,
Nossas imagens ficaram,
Nossos risos gravaram,
Nossos sonhos morreram…
Outros sonhos vieram,
Outros sentimentos ficaram,
Outros amores chegaram,
Frutificaram, marcaram…

Há,
Sobretudo nesta passagem,
Continuidade…

Há,
Em tudo na vida,
Um simples ponto final.

Há,
Também,
Sobretudo na vida,
O próximo verso…

 José Carlos
http://identidadeerazao.wordpress.com

13 de maio de 2014

É aqui


Onde dores viram inspiração
Onde amores viram ganham forma
Onde o caos vira ordem
Onde o nada vira tudo

E tudo se transforma
E o que resta é uma obra
Singela; estranha, ainda, pra mim
Louca, simples, espontânea, por fim

João Pedro Prado

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29 de abril de 2014

Poema visual 2


Mar



Mar
Maré
Maresia

Reconforta-me com tua brisa
Limpa-me com tuas verdes 
azuladas águas mágicas
Transformadoras
Libertadoras
Inspiradoras

Hora calmo
Hora furioso
Inconstante 
Até parece detentor de uma personalidade

Horas passam
Ondas quebram
E eu mergulho.
Em ti; em mim

Fantástico aqui dentro
Diverso, louco
Um mundo
Um mundo novo

Pronto para ser explorado
De todas as formas
Mas jamais violado

Tão profundo vou
Mas preciso voltar
Já é noite e preciso jantar.

Enviado por João Pedro Prado

26 de abril de 2014

21 de abril de 2014

12 de abril de 2014

MÚSICA




Como pode
Uma junção de vozes
De sons
E de silêncios
Tornar-se algo tão esplêndido

Essa tal coisa
Chamada Música

Como pode 
essa tal coisa
Tocar vossos corações
De forma singular

Vos fazer rir
Vos fazer chorar
Amar

Vos fazer alegrar
Ou sentar
E calar

Como pode
essa tal coisa
Penetrar fundo em vossa psique
Como uma nova*
Vos abraçando

Vos fazer mudar
Pensar
Refletir

Como pode
essa tal coisa
Provocar tanto
Com tão pouco

Por que não considerá-la uma droga?
Uma bomba!
Capaz de atingir a todos
Ne velocidade do som

Singular
Particular.
Preciso ir
Já vai começar. 

 João Pedro Prado, tenho 16 anos