11 de novembro de 2014

Asas Negras



Sentimento não é como
 Uma moeda 
Que se guarda no bolso
 e se tira quando quiser . 


Sentimento não compra
Roupas, sapatos, brincos 
Ou o coração de uma mulher 
Olhe como quiser 
Sinta o que sentir 
Mas não minta teu sentimento
Ele te machuca
E pode lhe ferir.

Quem brinca com o amor
Sai com o coração 
Flechado 
De um cupido de assas negras 
Com o Coração 
Machucado.

 Enviado por Mauricio Dieckmann - 11, novembro

7 de novembro de 2014

Dia Nublado


Nessa manhã
Que o sol não apareceu
Lembro dos dias de chuva
Só você e eu

Do beijo molhado
Da cama quentinha 
Do café fresco 
Suas pernas roçando as minhas

Um filme qualquer na tv
Mas tudo o que importa 
É você

Sinto saudades desse tempo
Sinto falta daquele momento 

Mas hoje não chove 
Só está nublado 
É um bom dia pra lembrar  do passado.

Enviado por

(Mauricio Dieckmann Curitiba 7 Novembro, 2014)

Estrela Cadente


21 de outubro de 2014

Mais à frente

  Exibindo mais à frente.jpg
Eu não paro por aqui,
Quem quiser me acompanhar,
Vai me ver sempre sorrir.
Vou em busca desse amor,
Já não posso perder tempo,
Tudo de bom vou levar,
Bem aqui no pensamento.
Me desculpa essa pressa,
Mais à frente alguém me espera,
E ao saber que estou indo,
Já me espera sorrindo.

Enviado por Principe Jhou
http://principe-jhou.blogspot.com.br/

12 de outubro de 2014

Como uma pipa


Se notares, meu bem,
a nossa vida é como uma pipa.
Nós somos a pipa.
A linha é a nossa coragem, o nosso desejo, as nossas vontades e objetivos.
É como um caminho que percorremos até chegar ao nosso destino.

Há pessoas que não tiram suas pipas do chão com medo de que elas se arrebentem no caminho, outras se enchem de coragem e buscam vôos mais altos, desejam mostrar a sua força e beleza a todos os cantos e se esquecem de que quem sustenta a sua pipa é uma linha tensa que se estica, fica tensa e qualquer toque ou um simples sopro forte e maldoso do vento pode quebrar o seu vôo, jogando sua pipa pra qualquer canto desconhecido e sombrio.

Não nego, até hoje não voei alto.
Penso muito. Imagino muito. Fico sonhando com a minha pipa plainando sobre o ar, sobre as casas das mocinhas e sobre os carros dos rapazes. Hoje, quando o vento sopra forte, eu a recolho. Minha mão treme. Me encolho. Enfio minha pipa num buraco e espero a ventania passar.

Talvez não adiante esperar o momento certo para soltar nossas pipas, afinal de contas, quem decide a intensidade do vento ? Quem controla a força da minha linha ? Quem vai deixar, ou até mesmo colocar algo cortante no meu caminho ? Quem escolhe qual pipa sobreviverá as adversidades ?

Ainda não tenho, mas hei de ter coragem de um dia erguer minha pipa. E que os ventos soprem o suficiente para me deixar nem muito alto, nem muito baixo, mas na altura da sua pipa, meu bem, onde poderemos cruzar nossas linhas e mesmo que uma derrube a outra...

De que vale guardar a pipa se a pipa foi feita pra voar ?

(Marcus Paulo Moreira Matias)
Visite o blog Conjunto de Fatores

9 de outubro de 2014

Glória á Bandeira


Oh,Glória!
Ergue alto a tua bandeira,
Escreve a tua bela história,
E que a mesma seja á tua maneira,

Oh,Glória!
Ergue alto a tua bandeira,
Pelo teu pais que chora…
Tal como o povo luso...sem eira nem beira!

Oh,Glória!
Ergue alto a tua bandeira,
Que este sonho,não seja uma qualquer vitória,
Mas a minha melhor ideia ...

Oh,Glória!
Ergue alto a tua bandeira,
Que habite onde o teu coração mora...
Porque eu  dou te o sangue que corre nas minhas veias...



Poema enviado por Semeano Oliveira
http://semeanoliveira.blogspot.com.br




5 de outubro de 2014

Oceano de Ossos



Olhemos para este nada
Tranquilidade frustrante

Pensamentos transbordando
Mas não preciso pensar

Cadeia de devaneios 
Sou... sou-lhe seu oceano

E sou brisa que gela, a alma 
Que tenta se manter quente

Imensidão depressiva 
Preso por olhar o nada 

Amor, vida, tentaremos? 
És isto pura verdade? 

Este vento que carrega,
Todas minhas incertezas

Não correremos agora 
Finalmente já é noite. 


Autoria: D.O. Arghus (Alysson Amaral)

http://farollirico.blogspot.com


http://obliterach.blogspot.com

4 de outubro de 2014

Ao som de Ludovico Einaudi – Divenire


Há sombras desalinhadas
e elas nos perseguem, pois estão dentro de nós
Há lembranças ligadas às sombras
E elas nos fazem sentir
Aquela dor, aquele doer dolorido
Há sinais de vastos campos claros
e lá somos livres e soltos, podemos voar
Não há dor em um clarão
Só a imensa felicidade do momento
E tudo se mostra extraordinariamente simples
Apensar de nós tentarmos emaranhar as sombras aos clarões
Mas, não há que se misturar
São insolúveis em si mesmos
Formam-nos por dentro
E no equilíbrio que se faz
No exato equilíbrio de quem somos
e quem queremos ser, há a paz
Há paz
A paz
O silêncio e a paz.

 Enviado por Fer Perl do blog

http://www.trilhadapoesia.blogspot.com.br/

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Ha tempos...



Ha tempos busquei a fidelidade
encontrada em requintes da paixao
para entao amenizar a saudade
sempre acompanhada da solidao

Ha tempos buscava com esmero
sempre desviar-me do destino
para nao me afogar em desespero
ao apagar dum amor repentino

Com palavras que o vento sussurou
me lembro de amores que um dia sonhei
na espera de um sonho que nao chegou
me lembro entao do amor que gritei
que o meu coracao ja experimentou
ou fora este outro amor que desejei.

Enviado por Camoes (não é o português)