Veja de forma animada aqui.
28 de julho de 2017
23 de julho de 2017
Nua
Entre beijos e abraços
Ando me enroscando no cabelo de Medusa
Nem mesmo Leonardo da Vinci
Conseguiria retratar
A beleza que ela possui
Quando está completamente nua
Seu corpo é uma obra não desenhada
Sua essência é uma criação divinamente pura
É uma dádiva poder amá-la
Quando o sol se retira e aparece o clarão da lua.
Gustavo Souza
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14 de julho de 2017
Lugar
Sei que existe um lugar,
Não sei como encontrar
Não paro de procurar
Mas sei que vou achar
Não sei como encontrar
Não paro de procurar
Mas sei que vou achar
Nesse lugar
Quero plantar um pomar
Para todo dia regar
E poder viver devagar
Nesse lugar vou construir um bar
Para todo dia me embriagar
E com amigos me alegrar
Sem ter hora para acabar
Para esse lugar
Quero te levar
Para que possamos sonhar
Sem pressa de acordar
Talvez neste outro lugar
Descobriremos como nos completar ou a melhor forma de beijar
Mas saiba do mais importante, não importando o lugar
Jamais vou deixar de te amar
>Deko<
Leia mais poemas do autor na página do facebook Nos Versos das Estrelas
Quero plantar um pomar
Para todo dia regar
E poder viver devagar
Nesse lugar vou construir um bar
Para todo dia me embriagar
E com amigos me alegrar
Sem ter hora para acabar
Para esse lugar
Quero te levar
Para que possamos sonhar
Sem pressa de acordar
Talvez neste outro lugar
Descobriremos como nos completar ou a melhor forma de beijar
Mas saiba do mais importante, não importando o lugar
Jamais vou deixar de te amar
>Deko<
Leia mais poemas do autor na página do facebook Nos Versos das Estrelas
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6 de julho de 2017
Janela da Alma
se os olhos são a janela da alma,
meu olhar se fez vazio.
a luz dos olhos meus
brilharam escuridão.
sou plural,
feito de solidão.
Robinson Badin
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Poetizando
Adoradores de poesia que por aqui passam, visitem o canal no you tube Poetizando. Veja mais vídeos com declamações do nosso amigo Gui Ortolan, que também já lançou um livro Poesia Falante, Arte Pensante .
30 de junho de 2017
Um encontro com a poesia e o poeta
O que eu, Marli, penso da poesia?
Poesia tem a ver com sensibilidade, com sentimento.
Poesia não é só um gênero textual.
É uma forma de ver , sentir a vida.
Poesia é uma forma de educar o olhar,
não apenas para si, mas para o outro.
Poesia é olhar e enxergar.
É olhar e sentir.
Poesia é beleza.
A poesia é essência.
Talvez por isso tanta gente a ignore,
nesse mundo superficial.
Poesia está no olho que olha o olho
na flor que arrebenta o muro
no sol que tinge o céu de vermelho ao se pôr
no silêncio cheio de dizeres.
Poemas... esses são os filhos da poesia.
Para minha alegria, vejo meu desejo realizado, de ter o poeta na escola, mesmo eu não estando mais lá. Foi um encontro inesquecível com MARIO PIRATA, o Brincadeiro.
Poesia tem a ver com sensibilidade, com sentimento.
Poesia não é só um gênero textual.
É uma forma de ver , sentir a vida.
Poesia é uma forma de educar o olhar,
não apenas para si, mas para o outro.
Poesia é olhar e enxergar.
É olhar e sentir.
Poesia é beleza.
A poesia é essência.
Talvez por isso tanta gente a ignore,
nesse mundo superficial.
Poesia está no olho que olha o olho
na flor que arrebenta o muro
no sol que tinge o céu de vermelho ao se pôr
no silêncio cheio de dizeres.
Poemas... esses são os filhos da poesia.
Para minha alegria, vejo meu desejo realizado, de ter o poeta na escola, mesmo eu não estando mais lá. Foi um encontro inesquecível com MARIO PIRATA, o Brincadeiro.
![]() |
| Mario Pirata, in Ventonaveia |
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Escritores,
Meus poemas
18 de junho de 2017
6 de junho de 2017
RELEASE/RESENHA: A POÉTICA DO IMPULSO – LÍNOX
“Batendo asas, a palavra voa pelo pensamento...
Até que vibra na garganta,
pula pela boca
e passa a voar ao vento.”
A Poética do Impulso
Línox
Editora: Ibis Libris
Páginas 160
R$ 40,00
Formato: 14,8x21cm
A Poética do Impulso, de Línox, possui uma estética singular. O seu conteúdo não foi concebido para ser impresso em papel, ou ordenado em forma de livro. Ao pé da letra, são recortes de postagens na internet, geradas a partir do exercício espontâneo, orgânico, visceral do autor, de regurgitar pensamentos que lhe tomam de assalto, enquanto assumem o aspecto da palavra escrita.São rompantes, fragmentos, epifanias. São poesia.
Músico de profissão, o baterista, compositor e cantor Línox começou a exercitar a escrita de forma mais consistente ao participar de um grupo de estudo de filosofia com Claudio Ulpiano, nos idos de 1993. Mas foi em 2010, ao criar um perfil no Facebook, que a prática de lapidar o pensamento em palavras se descolou das músicas e ganhou ritmo. “A página lotou de gente”, conta, num movimento de troca de poemas que estimulava respostas instintivas, quase imediatas. “Este exercício despretensioso resultou numa linguagem sem preocupação alguma com a exposição, até pela própria leveza da rede social. Cada post de algum amigo – a maioria dos quais nunca cheguei a conhecer pessoalmente – disparava em mim uma nova escrita. E os poemas iam saindo mais rápido e com mais contorno.”
Destes diálogos poéticos na rede surgiu o projeto Organismo, em 2012, em parceria com os amigos virtuais Roberto Pontes e Shala Andirá, os quais finalmente veio a conhecer em carne e osso em um sarau combinado na casa desta última. Os poemas, então, evoluíram para espetáculos performáticos que misturavam a palavra postada com texturas musicais, sons emanados sem quaisquer instrumentos.
Essa 'experimentação' logo repercutiu no efervescente underground literário e artístico carioca, e virou um movimento poético. Chamou a atenção de muita gente e uma amiga acabou convencendo Línox de que aqueles posts dariam um livro.“Quando parti para analisar o material recolhido na internet, eram trezentas e tantas páginas de PDF. Apesar de surgirem de formas distintas, eu percebi que muita coisa tinha vida própria. Daí em diante foram incontáveis cortes, até encontrar certa cronologia e ordenação temática.”
Ao descrever o processo de criação do livro, Línox foi direto ao ponto: A Poética do Impulso tem vida própria. E, como é comum a tudo que tem vida, sua natureza é única. Cada página surpreende a gente, é um novo impulso, impossível prever qual será o próximo.
Vida, seta, flecha, meta. Silêncio, tempo, olhar, palavra. Corpo, desejo/querer, acaso, paisagem. Mar, medo, beleza, plural, retina. Pensamento, caos, insônia, organismo. Os poemas-impulsos vão revelando a existência como resultado final do desejo, o homem como máquina desejante, a potência do corpo, e as múltiplas formas de enxergar o real. “O que nos resta é o olhar, onde tudo se dá e onde tudo se pode transformar”, poematiza o autor.
Línox ancora suas referências no rigor estético de João Cabral de Melo Neto, quem considera o maior representante da cultura brasileira, e no neoconcretismo de Ferreira Gullar. A contemporaneidade confere uma aura concretista ao livro, muito embora tentar enquadrar A Poética do Impulso não faça lá qualquer sentido. “Este livro nasceu do espanto, do ímpeto, de pequenas explosões de vida que interrompiam meu canto, minhas composições, dando espaço à palavra escrita”, esclarece.
Resumindo, espantem-se.
Serviço:
Lançamento A Poética do Impulso, de Línox
Data: 06 de junho de 2017, às 19h
Local: Livraria Argumento - Rua Dias Ferreira, 417 - Leblon, Rio de Janeiro – RJ
Tel: (21) 2239-5294
Informações para imprensa:
Factoria Comunicação
Vanessa Cardoso (vanessa@factoriacomunicacao. com)
Eduardo Marques (eduardo@factoriacomunicacao. com)
Tel: 21. 2249-1598 / 2259-0408
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25 de maio de 2017
Opção
Pague suas contas
ou faça você mesmo
em nome do futuro
pense de outra maneira
antes a água
que o estrago das grandes empresas
que os nossos desejos
sejam compatíveis
com a necessidade de outros seres
que a natureza prevaleça
ante a fraude do livre mercado
que a lei da oferta e procura
seja desmistificada
e todo fruto do trabalho
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20 de maio de 2017
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