18 de março de 2019

Dois




https://www.diarioonline.com.br/app/painel/modulo-noticia/img/imagensdb/original/destaque-491161-lonely.jpg


Sentimento...

tristeza ao vento



sereno Tal avalanche



agora...

Pingos de Neve



me pergunto...



Como escrever...

sobre Eles



Como não ser Só

Como não ser Só...

eu



ser O outro



estilo por estilo

Este



um E um... Dois



Dois Não É não

Dois Não É avalanche



Dois Não É um



Dois É TRÊS



Dois Somos TODOS

        Nós.



Leon Nunes Goulart

6 da manhã

 
https://melhorcomsaude.com.br/wp-content/uploads/2018/03/A-solid%C3%A3o-procurada-%C3%A9-prazerosa.jpg


eram 6 da manhã

lembro, ainda...
quando gente Nossa partiu para o céu

ainda me lembro...
quando menina vingada,
escondeu-se nas nuvens

escondeu,
perpétua jura de morte

fez-se
carne, faca e um corte
aprendeu,
a Nunca Mais Esquecer...


Leon Nunes Goulart

7 de março de 2019

Mulheres, presente!

Mulher, sejas plena de graça e de força; sejas quem desejas ser! Que todas nós, mulheres,busquemos o direito de sermos respeitadas e amadas! Feliz Dia das Mulheres! 

23 de janeiro de 2019

A ilusão do tempo




Estás aqui e lá;
Lá e aqui.
Com olhos fechados,
viaje onde deseja e sem os grilhões do tempo.
Doce, ilusão!
A dimensão que precisa ser suprimida.
Doce, ilusão!
Tempo, não existe.
Do ponto A ao B
a vã matemática que não explica:
- Como atravessar o infinito?
-Tempo, senhor das almas?
Aniversariando sua existência com a morte...
Outra ilusão?
Embora pereça, átomos reinventam.
Recombinando outra existência?
Tempo que lhe dá a morte.
Morte que lhe dará o tempo.
A linha tênue entre o que aconteceu, acontecerá e acontece...

Antonio Archangelo
Visite o blog Poesias Nonsense

21 de dezembro de 2018

Poema

Lá fora Hoje as montanhas gritaram:
Cantaram cantigas de amor. 
Choraram as nuvens Por elas, 
E a flor desabrochou.
Hoje as montanhas gritaram
Aqui no meu quintal. 
Aqui, a beleza da natureza 
É simplesmente surreal.   




Mais poemas no livro já disponível no Agbook : https://www.agbook.com.br/book/270731--Minha_vida_e_meu_poema

Sinopse: Esta obra retrata a vida da autora através de poesias, com sensações, emoções e pensamentos. Uma viagem na mente de mais uma jovem brasileira que lutou para aprender a conviver na sociedade do século XXI, Traz emoções, arrependimentos,fé, família, paixões antigas, um verdadeiro amor e etc. Embarque nessa história, talvez se identifique também!

APARENTE DISTÂNCIA

Imagem relacionada
Fonte: https://www.google.com.br

Contemplando-te cautelosamente,
Adoro-te em segredo,
Para que só tu, se com sorte
Ouça o tinir que revelam os meus gestos
Enquanto o seu corpo está presente.
Sua alma é bela tal como é e deve ser
E adorá-la é estar envolto por braços de gelo
Que aquecem e criam um ardor familiar;
É sentir-se abandonado no seio das palavras
Enquanto elas deitam-me e conduzem-me ao sono.
É estar invólucro em um misto de doçura e hesitação,
Que movimentam-se tão violentamente nas minhas profundezas...
Ah! Que me são estes versos, afinal?
Amenas reticências,
Que deságuam um sentir um tanto alegre, um tanto triste –
Mas afirmo-te, ó bela: adorá-la é viver.

Tim Mushumba

10 de setembro de 2018

Burburinho Literário


Olha aí pessoal de Sampa!

Divulgando esse evento muito bacana. No dia 22.09 das 10h-19hs, acontece o  Burburinho Literário do  Goethe Institut São Paulo. R. Lisboa, 974 
Você que ama literatura, não pode perder!





14 de agosto de 2018

A NOVA DO DIA

              
Fonte:http://blog.maxieduca.com.br
       
Brasil
       quinto
        (não dos infernos)
                      do mundo
                                 no rol do feminicídio

Brasil
    homicídio
         feminicído
              infanticídio
                        genocídio
                                 inseticídio
                                          arvorecídio
                                                   bichocídio
                                                            peixecídio
                                                                      aquicídio
                                                                                terracídio

eucídio
    vocecídio
         agentecídio

neste Brasilicídio
sabe Deus
o que o diabo
ainda cidioaprontará...


Luiz Sampaio, por Luiz Sampaio
https://files.workr.com.br/ViewImage.aspx?image=cFwkVBRvjPXAxIn/AObcfA==

Sou as palavras que sou.
São de mim o que restará, além das memórias dos meus gestos a se dissiparem rápida ou lentamente em direção ao sempre.
Cresci entre leitores e livros. Aos nove anos ganhei um diário encadernado em azul, com a palavra “Pensamentos”. Ali copiei poemas e me dediquei a grafar os sentimentos que me afligiam. Nunca mais parei.
Estudei literatura, sonhando-me poeta.
A sobrevivência arremessou-me à deriva, a mares mais que distantes: ao espaço. Trabalhei uma vida implantando planetários e observatórios astronômicos públicos.  Hoje me dedico especialmente aos planetários e à criação de centros de ciências para a educação não formal.
Sou perseverante. Cruzei desertos e anos escrevendo apesar do silêncio.
Do francês, traduzi “Esperando Godot” de Samuel Beckett. Do russo, poemas de Púshkin e Liérmontov, além de “Os Banhos – Drama em Seis Atos com Circo e Fogos de Artifício”, de Maiakóvski.
Sigo vivo e ativo na sonora companhia das minhas palavras.
Minha canoa do amor não se espatifou no cotidiano.

Enviado por WR Estratégica

8 de agosto de 2018

CAMINHOS

Fonte: http://4.bp.blogspot.com

Os olhos do meu filho me suplicam
(grandes silêncios arregalados)
alguma luz de apontar
(claro paterno brilho)
algum bom futuro por onde seguir

Pobres bons olhos do meu claro filho!
o mais que eu posso é arregalar ao futuro
meus pobres olhos paternos (de filho)
buscando (meu pai seguia no escuro)
os brilhos dos bens que eu não vi.

                                               noite
                                                               já vão fechar
                                                               amanhã vou trabalhar bastante!
                                                               estou triste
                                                               ponto final.


Luiz Sampaio, por Luiz Sampaio

Sou as palavras que sou.
São de mim o que restará, além das memórias dos meus gestos a se dissiparem rápida ou lentamente em direção ao sempre.
Cresci entre leitores e livros. Aos nove anos ganhei um diário encadernado em azul, com a palavra “Pensamentos”. Ali copiei poemas e me dediquei a grafar os sentimentos que me afligiam. Nunca mais parei.
Estudei literatura, sonhando-me poeta.
A sobrevivência arremessou-me à deriva, a mares mais que distantes: ao espaço. Trabalhei uma vida implantando planetários e observatórios astronômicos públicos.  Hoje me dedico especialmente aos planetários e à criação de centros de ciências para a educação não formal.
Sou perseverante. Cruzei desertos e anos escrevendo apesar do silêncio.
Do francês, traduzi “Esperando Godot” de Samuel Beckett. Do russo, poemas de Púshkin e Liérmontov, além de “Os Banhos – Drama em Seis Atos com Circo e Fogos de Artifício”, de Maiakóvski.
Sigo vivo e ativo na sonora companhia das minhas palavras.
Minha canoa do amor não se espatifou no cotidiano.

Enviado por WR Estratégica