5 de outubro de 2014

Oceano de Ossos



Olhemos para este nada
Tranquilidade frustrante

Pensamentos transbordando
Mas não preciso pensar

Cadeia de devaneios 
Sou... sou-lhe seu oceano

E sou brisa que gela, a alma 
Que tenta se manter quente

Imensidão depressiva 
Preso por olhar o nada 

Amor, vida, tentaremos? 
És isto pura verdade? 

Este vento que carrega,
Todas minhas incertezas

Não correremos agora 
Finalmente já é noite. 


Autoria: D.O. Arghus (Alysson Amaral)

http://farollirico.blogspot.com


http://obliterach.blogspot.com

3 comentários:

D.O. Arghus disse...

Obrigado pela parceria. Seu blog é muito bom, continue com seu trabalho e empenho. Comentarei nos próximos poemas, em momentos oportunos. E mande seus poemas para nós q teremos o prazer de publicá-los.

Regina Neto Shallay disse...

Adorei suas poesias. Voltarei Mais Vezes!

Visite meu blog!

Marli Fiorentin disse...

Regina, visitei seu blog e gostei. Deixei recado por lá. Abração!