17 de abril de 2015

Formas



Tão inesperada quanto à chuva que cai molhando a calçada.
São as pétalas levadas pelo vento.
Na lógica, ilógica do tempo sugestivo, na aptidão do amor confuso.
Sou o rés da loucura.

Sou a luz, a escuridão.
Sou metáfora escrita com giz no chão da praça.
Sou o caminho sem volta, sou vidraça quebrada.

Sou o vazio e a verdade.
Sou a vida, sou o fruto do mundo.
No tempo dos meus, sou a geração guaraná Antarctica.

Sou as extensões além do meu corpo físico.
Sou som, ritmo e música.
Sou tela de led, microondas e computador.

Sou a modernidade com um pé no passado que se reinventa a cada segundo.
Sou protagonista do enredo que chamamos de vida
Sou ousadia, sou a janela para imagens que estão além do ângulo do óbvio.
Nem tudo demais, nem tudo bagunça, nem tudo aos extremos, Sou!

A. Ellen Ogath


7 comentários:

Manoel Sz disse...

Gostei muito do seu blog e desta poesia

Lino José disse...

Poema lindo atemporal intenso como a vida.

Bruce Renato disse...

Oi Galera tudo bem?sera que poderiam dar uma olhada no meu blog?
Sei que muitos vão pensar que é algo chato!
Mais peço que visitem,e provem a si mesmo que não e!
Obrigado
http://pensamentogaroto.blogspot.com.br/

Snoopy Kyuri disse...

Gostei muito da sonoridade do poema e da paródia com o geração coca-cola, foi uma sacada trocar por geração guaraná antarctica, parabéns!

Steve Gleidson disse...

ótimo blog! Seguindo

http://meuuniversopeculiar.blogspot.com.br/

marco rodrigues disse...

Ótimo poema!

arte e poesias disse...

Oi lindo poema também escrevo poesias
gosto de brincar com palavras e trans formá-las em arte. Visitem meu blog e confiram lá vcs encontraram além de poesias,outras artes manuais.
Dê em uma olhadinha no meu poema NOITE é o melhor que já escrevi. obrigado bjus.