5 de junho de 2015

O diário de Peter Pan



Por vezes sonho o feliz destino,
Que vivi para sempre menino,
À vida nada precisei de perguntar,
E com a fé simples de criança limitei-me a acreditar.

Como criança vivi as mais fantásticas estórias,
Estórias de princesas, guerreiros, fadas e vitórias,
Estórias em que o belo do real se uniu ao divino do imaginário,
E essas estórias são agora o meu diário.

Vivi numa terra distante, entre raios de sol, nuvens e estrelas,
Onde as crianças não crescem e todas as coisas são belas,
Do que existe na Terra só o belo se pode levar,
Nessa terra distante, só é permitido brincar.

Nessa terra distante, só quando nós queremos é que existe a noite e o sono,
Nessa terra distante, as coisas não têm um dono,
É uma terra distante, feita de sonhos e realidades,
É uma terra distante, feita de poeira do tempo e eternas saudades.

Lisboa, 28 de Maio de 2015.
José Baptista


10 comentários:

Viviane Ferreira disse...

Adorei a inspiração! Eu amo Peter Pan... Amei a poesia!!

Barbara disse...

Deem uma olhadinha no meu blog, faço resenhas, escrevo e recito poemas também. Poesia é vida! http://poltronadospoemas.blogspot.com.br

Ângelo Amaral disse...

Muito criativo!

Elson Cade disse...

Mundo Poesía es un portal de poemas donde usuarios publican sus poesías. Contamos con foros de poesía, Chat de poetas, recursos literarios y concursos. aquí están algunas opción disponible Poemas, poemas de amor, poesia, Poemas en Espa

Sigo Estrelas disse...

Muito bom! Muito inspirador !

Marli Fiorentin disse...

Obrigada pelas visitas. Visitarei os blogs indicados . Sempre que quiserem o espaço está aberto aqui no Varal de Poesia.

Anônimo disse...

Caros leitores poesia, pois tenho a dizer que são excelentes no vosso trabalho elaborado neste blog. Mas, para começar devo-me apressentar, meu nome é Climerio Reis, e espero eu que apreciem o meu poema, tão bem apreciado pelos meus caros leitores

Anônimo disse...

Então cá vai um poema dos melhores, apreciem! Ó Canoa, se estás á proa,
Diz me tu para onde vais,
Já não voltas para Lisboa,
Nunca nunca, nunca mais.
Segue agora, em frente para o Cais,
Sem rota a deriva no mar,
Grita por alguém,
Quem te pode ajudar?
Sem saída ficaste sozinha,
Não sabes se vais por esse caminho,
Estás perdida e não sabes o que fazer,
Andas de uma ponta para outra sem nunca esquecer,
Ter azar e ser azarado, pois está tudo acontecer,
Sai do Cais, Volta ao Cais, Mas a alma de um fadista cantará com amor no coração: Canoa! És a minha inspiração!


Anônimo disse...

E agora como somos todos de portugal, não faz mal, um poema bem apreciado por nós Portugueses!
então cá vai disto....Portugal meu nobre Portugal,
Terra de gente nobre,
Em tempos reinava o meu rei do Salgueiral,
Mandei trazer meu diploma,
Pois sou um rei Carnal,
Reinar Portugal, para mim é uma honra,
Reinarei todo nosso planisfério,
Chegarei a dizer: meu povo porque não me levais a sério?
Seja a vossa vontade, e a vossa plenitude,
Espero que nada mude,
Mudar Portugal está nossas mãos,
Reinar e servir o povo é deveras uma honra no meu coração,
Porque nobre é quem guarda sua esperança e sua emoção,
Terras reinantes e terras perdidas por ai algures,
Conquistar cada parte seja terra ou mar,
O hino nacional puseram-se a cantar,
De conquista a conquista,
Fui no barco do Boavista,
Fui ver se via gente,
E gente não vi,
Olhando de um lado para o outro,
E logo adormeci,
Á procura de novas terras,
E de novas conquistas,
E de Nobres encantos e de novas eras!
Somos de Portugal! A honra e o orgulho que ilumina nossa alma,
e que deus esteja convosco ámen!

Clara Caetano disse...

Ownnnn, mais que linda poesia. Para sempre criança (: